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O enigma chinês na hora da negociação

O enigma chinês na hora da negociação

Já habituado a trabalhar com os chineses, o co-presidente do Banco Modal, Eduardo Centola, concorda que as diferenças existem, mas não são tão negativas. “Uma dificuldade para o brasileiro é que o chinês, por questões culturais, não é tão direto na negociação. O lado brasileiro sai da reunião achando que está tudo certo e o chinês sinalizou gentilmente que não terá negócio”.

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